O Armazém de Informações do Sigcon-Saída, desenvolvido em parceria pela Subsecretaria da Casa Civil e Prodemge, deu origem a um novo e importante serviço destinado aos níveis estratégicos do Estado: a Sala de Situação Sigcon-Saída, considerada, pelo subsecretário Carlos Pavan, “uma ferramenta excepcional para avaliar os resultados das políticas públicas implementadas no Estado”. Segundo o subsecretário, a Sala de Situação permite visualizar, em mapas temáticos, as ações do governo dirigidas aos 853 municípios mineiros, reunidos em dez macrorregiões, e ter um feedback preciso para atuar de forma a melhorar as políticas públicas. Carlos Pavan destaca que “uma coisa é ter relatórios, outra, é ter uma fotografia da realidade”.

A Sala de Situação Sigcon-Saída está disponível, inicialmente, para o governador Aécio Neves, o vice-governador Antonio Augusto Anastasia, o secretário de Estado de Governo, Danilo de Castro, e o subsecretário de Estado da Casa Civil, Carlos Pavan. A base do novo serviço é o conteúdo do Armazém de Informações Sigcon-Saída, construído também pela Prodemge a partir de informações de vários outros sistemas, e o Location Intelligence Component for BO (LIC), uma ferramenta bastante interativa de análise temática espacial, que permite a visualização, em mapas, dos dados consolidados no Armazém, conforme faixas, valores e outros parâmetros determinados pelo usuário.

Segundo o analista da Prodemge Márcio Guerra, é uma maneira de “representar dados de forma visual, em um mapa, uma representação geográfica”. Através dessa aplicação, é possível adicionar uma perspectiva geográfica à análise de dados nos softwares MicroStrategy e Business Objects (BO) onde, por exemplo, os relatórios são complementados com mapas digitais, dando uma visão espacial dos resultados.

O Armazém Sigcon-Saída é considerado o grande banco de dados do Estado sobre convênios, acessível a todos os órgãos que efetivamente geram convênios. Segundo Carlos Pavan, ele permite não só a recuperação fácil de quaisquer informações contidas nesses documentos, mas também a montagem de relatórios a partir dos mais variados parâmetros, com a formatação escolhida pelo usuário, agregando inclusive informações de outros órgãos: Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e população dos municípios mineiros, de sistemas da Fundação João Pinheiro, IBGE e também do TRE.

Ele explica que o Sigcon surgiu como sistema desburocratizador e agilizador, mas desde o início pensava-se na Sala de Situação. “Dessa forma, o Estado tem hoje, na Segov e em especial na Casa Civil, um conjunto de informações técnicas, gerenciais, que traduz em muito o resultado da articulação da política governamental”. Pavan acrescenta que o grande objetivo da Casa Civil, numa perspectiva macro, é gerir a política de articulação, e isso tem sido possível por meio de duas frentes de ação da Subsecretaria: a reunião, organização e análise de informações e sua disponibilização para tomada de decisões estratégicas. “A Casa Civil é um banco de dados de mão dupla, que recebe e gera informações”, explica.

Um exemplo de uso da Sala de Situação apresentado pelo subsecretário é a visualização, em mapa, das pontes construídas em todo o Estado: “Mostramos essa realidade e ficou claro que no Norte de Minas havia poucas construções. Essa informação nos permite direcionar o foco para o fato apresentado e analisar se é uma região onde não há carência de pontes, ou se não houve demanda das administrações municipais. Ou será que temos que dirigir investimentos em pontes para a região?” A conclusão dessa análise poderá orientar novas ações. “Visualizando a presença da administração pública no Estado e os dados relativos a população, convênios e serviços, é possível aferir se os projetos têm refletido no aumento do IDH, se estamos contribuindo para reverter o êxodo, entre outras inúmeras possibilidades de consulta”.

Carlos Pavan enfatiza que o Sigcon foi construído a partir de vários projetos independentes, mas que convergem para o mesmo fim: gerar informações e acompanhar as políticas do governo. Atualmente, as entidades parceiras desenvolvem sistemas organizados, de forma integrada, e “o Sigcon retrata isso muito bem. Esse conjunto na verdade dota o sistema de governo de informações rápidas, confiáveis e instantâneas; são esses sistemas que sustentam a Sala de Situação. Em todos, a participação da Prodemge é fundamental, trata-se de uma grande parceira na concepção, desenvolvimento e armazenamento das soluções”.

A Sala de Situação foi apresentada nos meses de novembro e dezembro de 2008 para os órgãos do Estado com maior número de convênios e para a equipe do programa Estado para Resultado.

Para o gerente de Sistemas Especializados da Prodemge, Allan Coimbra, a Sala de Situação dota a administração pública em Minas de mais uma importante ferramenta estratégica, que amplia as possibilidades de acompanhamento das políticas públicas. “A visualização em mapas das informações do Armazém de Informações e a grande flexibilidade de consultas contribuirão certamente para apoiar o direcionamento de recursos e intervenções nas políticas públicas”.

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